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Sindusfarma fará recesso entre 24/12 e 02/01

Como tradicionalmente acontece, o Sindusfarma fará uma breve interrupção em suas atividades regulares entre 24 - 31 de dezembro, voltando ao seu expediente normal a partir de 3 de janeiro (segunda-feira).

Desejamos a todos Boas Festas e Feliz Ano Novo!

 

28/06/2010
Mercadante defende desoneração do setor e parceria estratégica para desenvolver a produção de medicamentos

No primeiro encontro promovido pelo Sindusfarma com os principais candidatos às eleições majoritárias deste ano, o senador Aloizio Mercadante, que disputa o governo do Estado de São Paulo pela coligação liderada pelo PT, afirmou o “papel decisivo da indústria farmacêutica na inovação tecnológica” e defendeu a integração estratégica entre as empresas do setor e as universidades para desenvolver a produção local de medicamentos e substituir importações.

Mercadante criticou a alta carga tributária incidente sobre os medicamentos e se disse favorável à desoneração do setor. “O medicamento é um produto essencial, não faz sentido ter os atuais níveis de taxação”.

O candidato a governador esteve na sede do Sindusfarma na última quinta-feira (24/6), sendo recebido pelo vice-presidente da entidade, Nelson Libbos. Para a série Encontro com os Candidatos também estão sendo convidados candidatos à Presidência da República e ao Senado.

O vice-presidente do Sindusfarma disse a Mercadante que o parque industrial farmacêutico brasileiro, cujo pólo se concentra em São Paulo, é reconhecido internacionalmente como um dos melhores do mundo, mas convive com vários entraves.

Entre os obstáculos, Libbos citou a elevada carga tributária e a guerra fiscal, que tem provocado o êxodo de algumas indústrias instaladas em São Paulo para outros Estados. “As grandes indústrias e os melhores profissionais estão no Estado, é preciso gerar incentivos para que ninguém migre para outros lugares”, disse.

Inquirido pela platéia, Mercadante comentou a função dos laboratórios públicos. “Não faz sentido criar uma estrutura na área farmacêutica para competir com a iniciativa privada, com uma produção provavelmente ineficiente e mais cara”.

“O governo deveria usar a ociosidade da indústria farmacêutica para comprar medicamentos mais baratos do que os fabricados pelos laboratórios públicos”, observou o vice-presidente do Sindusfarma.

O candidato propôs a criação de parcerias público-privadas para a área de saúde, incluindo a produção de medicamentos. “É preciso buscar uma sinergia entre o Estado e a iniciativa privada e liberar as forças produtivas”, disse Mercadante.